Perícia diz se cavalo mutilado estava vivo ou não quando teve as patas cortadas e mistério chega ao fim

Após dias de grande comoção nacional, a investigação sobre o cavalo mutilado em Bananal (SP) teve uma reviravolta chocante, nesta última quarta-feira, dia 27 de agosto.

A perícia da Polícia Civil concluiu que o animal ainda estava vivo quando teve suas patas decepadas por um facão. O delegado Rubens Luiz Fonseca Melo, responsável pelo caso, usou suas redes sociais para divulgar o resultado.

Segundo ele, o laudo apontou a presença de hematomas no corpo do cavalo, lesões que, cientificamente, só podem ser formadas enquanto o animal ainda tem circulação sanguínea, ou seja, em vida.

Com a notícia do laudo, a versão do autor do crime, Andrey Guilherme Nogueira de Queiroz, foi desmentida, e agora, a verdade sobre o que aconteceu foi exposta.

Em seu depoimento, ele havia alegado que o animal já estava morto por exaustão quando ele cortou as patas, e que o ato seria para “facilitar o lançamento do cadáver” em uma ribanceira.

A confirmação da crueldade gerou uma nova onda de revolta entre ativistas e famosos. A ativista Luísa Mell se manifestou: “Monstros! […] Exigimos punição! Estes covardes têm que pagar!”.

A cantora Ana Castela também pediu mobilização popular para que o caso não caia no esquecimento. Desde o último fim de semana, o caso chocou o Brasil.

O cavalo, após ser forçado a uma cavalgada exaustiva de 15 km, tombou de cansaço. Foi nesse momento que seu tutor, que alegou estar embriagado, cometeu o ato de mutilação, que foi filmado e viralizou nas redes sociais.

No momento, a Polícia Civil continua a investigação, agora com a prova pericial que agrava a situação do suspeito. Várias notas de repúdio foram emitidas, enquanto o país clama por uma punição severa para o crime.